Curso de Graduação em Antropologia
  • Aula magna da UFSC aborda protagonismo feminino e inclusão de pessoas com deficiência

    Publicado em 04/08/2017 às 17:18

    A Universidade Federal de Santa Catarina irá realizar uma aula magna com os temas “Liderança e protagonismo feminino em tempos de inovação” e “Inclusão de pessoas com deficiência”, no dia 9 de agosto, quarta-feira, das 14 às 16h. O encontro será no Auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, e contará com a participação de Walérya Carriço e Dagliê Colaço.

    Walérya Carriço irá discorrer sobre “Liderança e protagonismo feminino”. Ela é executive coach, psicóloga e trabalha com gestão de cultura e liderança, com atuação em oito países nas Américas e Europa. Waléria também participou do Fórum Mundial de Mulheres Negras Líderes UNESCO – Paris 2004.

    Dagliê Collaço, advogada, irá falar sobre a Lei Brasileira de Inclusão. Especialista em Direito Administrativo, ela é vice-presidente da comissão da OAB/SC dos direitos da pessoa com deficiência; representante da OAB nacional no Ministério da Saúde e na Câmara técnica de assessoramento e apoio às ações da Rede de Cuidado da Pessoa com Deficiência no SUS. Ela também atua como professora de Direito e Legislação no Centro de Educação Profissional – Jorge Lacerda.

     

    Coordenadoria do Curso de Graduação em Antropologia


  • Abertura das Inscrições para Candidaturas às Monitorias 2017-2

    Publicado em 02/08/2017 às 16:06

    Estão abertas as inscrições para monitoria em disciplinas de Antropologia, semestre 2017-2.

    As inscrições deverão ser realizadas pessoalmente na Secretaria do Departamento (CFH, Bloco D, 1º andar, sala 113), nos dias 4, 7 e 8 de agosto de 2017, das 14h às 18h, mediante apresentação da Ficha de Inscrição preenchida, acompanhada do Histórico Escolar atualizado.

    A Seleção será realizada em 9 de agosto de 2017 e o resultado será divulgado em 10 de agosto de 2017.

    Confira o edital no página do Departamento de Antropologia:

    MONITORIAS 2017-2

    Coordenadoria do Curso de Graduação em Antropologia

     


  • Período de Ajustes Excepcionais de Matrículas – de 31 de julho a 09 de agosto

    Publicado em 28/07/2017 às 16:42

    No dia 31 de julho, segunda feira, inicia-se o período de ajustes excepcionais de matrícula. As solicitações devem ser feitas diretamente na Coordenadoria, mediante preenchimento de formulário.

    Em virtude do 13º Mundo de Mulheres & Fazendo Gênero 11, serão aceitas solicitações até o dia 09 de agosto (quarta feira), tempo maior do que o estipulado no Calendário Acadêmico 2017

    Seguem os formulários referentes às solicitações cabíveis no período de ajuste excepcional de matrícula:

    Exclusao de disciplina

    Inclusao de disciplina

    Reajuste de Matricula

    Quebra de pré-requisito

    Trancamento de matrícula

    Parecer TCC

    Lembramos que as solicitações de Inclusão de Disciplina devem estar devidamente assinadas pelo (a) professor (a) responsável pela disciplina, bem como estar acompanhadas do carimbo do departamento ao qual a disciplina está vinculada.

    Coordenadoria de Graduação em Antropologia.


  • Salas de aula Curso de Graduação em Antropologia – 2017/2

    Publicado em 27/07/2017 às 15:51
    DISCIPLINA SALA
    ANT 7201 – Teoria Antropológica I CFH 309
    ANT 7203 – Leituras Etnográficas I CFH 309
    ANT 7401 – Teoria Antropológica III

     

    CFH 310
    ANT 7211 – Leituras Etnográficas III CFH 310
    ANT 7110 – Metodologia da Pesquisa CFH 315
    ANT 7206 – Seminário de Pesquisa CFH 315
    ANT 7212 – Seminário de Escrita CFH 308
    ANT7006- Antropologia Urbana CFH 310
    ANT7008 – Antropologia Visual CFH 310
    ANT 7023 Pessoa e Corporalidade CFH 309
    ANT 7067 Do Rito à Performance CFH 309

  • 13º MUNDOS DE MULHERES & FAZENDO GÊNERO 11

    Publicado em 26/07/2017 às 17:35

    O 13th Women´s Worlds Congress e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 que acontecerá de 30 de julho a 04 de Agosto de 2017 na UFSC. Este congresso mundial acontece pela primeira vez na América do Sul e embora parta da academia, reúne setores diversos da sociedade civil e do feminismo. O congresso é interdisciplinar e contempla todas as áreas do saber.

    Serão cerca de 3500 trabalhos científicos apresentados e vários temas serão discutidos em 33 Mesas Redondas, 4 Conferências, 160 Simpósios Temáticos e diversos Fóruns de Debate. Além destas atividades, haverá 30 minicursos e oficinas, apresentações artísticas, Mostra Audiovisual, Mostra Fotográfica, Exposição Arte e Gênero, Criança no Fazendo Gênero, Feira de economia solidária e feminista, Pôsteres.

    A programação completa e todas as informações podem ser acessadas no site www.fazendogenero.ufsc.br/wwc2017.

    De acordo com o calendário acadêmico de 2017, o semestre letivo se inicia no dia 31/07, porém os Centros de Filosofia e Ciências Humanas, o Centro de Ciências da Comunicação e Expressão, o Centro Socio-Econômico e o Centro de Ciências da Educação, deliberaram que emprestarão seus espaços para o evento. Sendo assim comunicamos que as aulas se iniciarão de fato no CFH, apenas no dia 07 de agosto.

    As alunas e alunos da UFSC têm garantia de participação gratuita no evento com emissão de certificados, desde que tenham feito sua inscrição.

    A participação de todos é muito importante já que o evento trará para a UFSC as principais discussões no campo dos estudos de gênero e também as reivindicações, debates e a diversidade do feminismo, dos movimentos LGBT, dos movimentos de mulheres.

    A solenidade de abertura será no dia 31/07/2017 a partir das 19h no Auditório Garapuvu do Centro de Eventos da UFSC.

    Coordenadoria do Curso de Graduação em Antropologia


  • Café (Psico) Antropológico realiza debate e mostra de vídeos no dia 28/07

    Publicado em 26/07/2017 às 17:15

    O Projeto Café (Psico) Antropológico promove o debate com exibição de vídeos “El coño insumiso: estudos de gênero e sexualidade em Andaluzia”. O evento, que ocorre no dia 28 de julho, sexta-feira, às 19 h, no Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), é gratuito e aberto à comunidade. A atividade é uma parceria entre os cursos de Antropologia e de Psicologia, da UFSC, contará com a presença de professores estrangeiros: José Maria Vascuende del Rio (Universidad Pablo Olavides), Rafael Caceres Feria (Universidad Pablo Olavides), Maria Marco (Universidad Pablo Olavides) e Begoña Sanchez Torrezon (Universidad de Cadiz).

    O debate é um evento pré “13° Mundo de Mulheres e Fazendo Gênero 11“, que ocorre na UFSC na semana seguinte, de 31 de julho a 4 de agosto, e que também contará com a presença dos professores convidados.

    O Café  (Psico) Antropológico é uma realização dos núcleos Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (NAVI), Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS), ambos do Departamento de Antropologia; e do Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA), do Departamento de Psicologia.

    O Café promove a exibição mensal de documentários em espaços de livre acesso ao público em geral, seguido de debate com intelectuais convidados. As sessões têm como objetivo promover mostra de documentários que contribuam para a difusão da produção audiovisual de pesquisadores da UFSC e convidados, bem como estimular o debate e a reflexão, seja acadêmica ou no âmbito da extensão, sobre a produção documentária contemporânea.

    Os eventos são organizados pelo Núcleo de Antropologia Visual e Estudos de Imagem (NAVI) em longa parceria com o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) e, a partir desta edição, em parceira com o Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA). O evento tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (Bolsa Cultura), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

    Serviço:

    O que: Café (Psico) Antropológico com o debate “El coño insumiso: estudos de gênero e sexualidade em Andaluzia”, com a presença de professores-debatedores estrangeiros

    Quando: 28 de julho de 2017, sexta-feira, às 19 horas

    Onde: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC (www.dac.ufsc.br)

    Quanto: gratuito e aberto à comunidade.

    Mais informações na página do NAVI ou pelo telefone (48) 3721-2241.

    https://www.facebook.com/events/312285805864607/

    Coordenadoria do Curso de Graduação em Antropologia


  • ORIENTAÇÕES PARA MATRÍCULAS NO SEMESTRE DE 2017-2

    Publicado em 21/06/2017 às 15:15

    Informamos que a matrícula para o semestre 2017-2 deverá ser realizada na página https://cagr.sistemas.ufsc.br/, entre os dias 07 a 12 de julho de 2017. O resultado dessa etapa de matrícula será divulgado no dia 19 de julho de 2017.

    Ressaltamos a importância da realização da matrícula neste período, pois as disciplinas obrigatórias e optativas do curso estarão reservadas para os alunos de Antropologia apenas nesta primeira etapa da matrícula.  A partir do ajuste on line, de 20 a 24 de julho (segunda etapa de matrícula) as vagas remanescentes estarão disponíveis também para alunos de outros cursos.  As duas primeiras etapas de matrícula só podem ser realizadas online, pelo próprio estudante.  Aconselhamos que entrem no sistema com antecedência, verificando se login e senha estão funcionando corretamente para antecipar suas dúvidas com relação ao processo de matrícula junto à coordenadoria.

    Alertamos que o período de “Ajustes Excepcionais a Critério da Coordenação” (terceira etapa de matrícula) que ocorre conforme calendário acadêmico de 31/07 a 04/08, não pode ser utilizado para a realização da matrícula regular. Serão analisados apenas os ajustes como quebra de pré-requisitos, autorização para cursar além do número máximo ou aquém do mínimo de disciplinas, inclusões e exclusões com autorização dos professores e da coordenação, que estiverem bem justificados, bem como as matrículas em ANT 7207 – TCC I Prática de Pesquisa.

    Lembramos que a matrícula na disciplina ANT 7207 – TCC I Prática de Pesquisa é feita apenas via Coordenação, mediante entrega no fim do semestre anterior do projeto e parecer do orientador de TCC, conforme artigo 8, do capítulo II do Regulamento Interno do TCC.

    Alunos em intercâmbio devem solicitar à coordenadoria matrícula nas disciplinas Programa de Intercâmbio I, Programa de Intercâmbio II e Programa de Intercâmbio III (disciplinas bloqueadas).

    A grade horária atualizada pode ser encontrada no link:

    Grade Horária 2017 2 Antropologia

    Está disponibilizada também a relação das disciplinas optativas oferecidas para 2017-2 pelo Departamento de Antropologia aos cursos de Antropologia, Ciências Sociais e Museologia com as respectivas ementas:

    Ementas disciplinas optativas 2017 2

     

    Coordenadoria de Graduação em Antropologia


  • Colação de grau – Curso de Graduação em Antropologia

    Publicado em 06/06/2017 às 18:43

    Em seis de junho de 2017, às 15 horas, formou-se bacharela em Antropologia, Suzana Maria Moura Bezerra.

    A cerimônia ocorreu em gabinete, sendo conduzida pelo  Vice Diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Professor Rogério Luiz de Souza.

    Parabéns Suzana!

    Coordenadoria do Curso de Graduação em Antropologia


  • Colação de Grau – Curso de Graduação em Antropologia

    Publicado em 11/05/2017 às 17:12

    Em nove de maio de 2017, às 15 horas, formou-se bacharel em Antropologia, Paulo Olivier Ramos Rodrigues.

    A cerimônia ocorreu em gabinete, sendo conduzida pelo  Vice Diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Professor Rogério Luiz de Souza.

    Parabéns Paulo!

    Coordenadoria do Curso de Graduação em Antropologia


  • Nota de repúdio ao Relatório Final da Comissão Parlamentar de Inquérito FUNAI-INCRA 2, de 02 de maio de 2017

    Publicado em 11/05/2017 às 14:03

     O Departamento de Antropologia, comportando os cursos de graduação e pós-graduação, e o Conselho do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina, vêm publicamente manifestar sua perplexidade e indignação diante da solicitação de indiciamento por parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI FUNAI/INCRA 2), de nossos colegas antropólogos da UFSC e de ex-alunos, assim como de ex-diretor do atual Museu de Arqueologia e Etnologia desta universidade.

    Externamos nossa solidariedade com os colegas da UFSC e com antropólogos/as de outras instituições, com as lideranças indígenas e quilombolas, ativistas, procuradores/as federais e estaduais, servidores/as públicos da FUNAI, do INCRA e de outras instituições públicas ligados à defesa dos direitos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, acusados sem fundamento e injustamente no Parecer do relator. Essas pessoas foram aviltadas inclusive quanto à falta de equidade, diante da impossibilidade de exposição e defesa de sua atuação no transcorrer do período de funcionamento da CPI (de 2015 a 2017).

    Causa preocupação, e temerosa inquietação, que o relatório da CPI acuse e busque intimidar antropólogos da UFSC e de outras instituições em seu exercício profissional, ao mesmo tempo em que tenta constranger a atuação regular e institucional dos procuradores do Ministério Público Federal e Estadual que se empenham na defesa dos direitos indígenas e de comunidades tradicionais, conforme impõe e determina a Carta Magna brasileira. O esforço de parlamentares que integram a CPI em criminalizar o pleno e livre exercício científico é próprio dos sistemas totalitários e de estados de exceção, não devendo ser tolerado em um estado democrático.

    É de conhecimento da sociedade brasileira o empenho de parlamentares ligados ao agronegócio, articulados em torno da Frente Parlamentar da Agropecuária, para restringir os direitos territoriais, políticos, sociais e culturais de indígenas, quilombolas e outros grupos tradicionais, assegurados pela Constituição Federal de 1988. Os renovados esforços em desqualificar a legislação vigente, como, por exemplo, o Decreto 1775/1996 (dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação das terras indígenas e dá outras providências), o artigo 231 da Constituição de 1988 (estabelece os direitos de ocupação tradicional) e a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, ratificada pelo Brasil em 2004, legislação essa que sustenta e orienta a atuação legal dos acusados, culminaram com a criação da CPI FUNAI/INCRA (por duas vezes consecutivas), sob o argumento de investigar supostas irregularidades na atuação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

    As 3.385 páginas do Relatório final confirmam que as investigações dessa CPI de fato fazem parte de estratégias para retirar diretos e inviabilizar a regularização fundiária de terras indígenas e quilombolas.  Ignorando que as demarcações são resultado de processos jurídico-administrativos nos quais os direitos de contraditório são assegurados, o Relatório propõe uma série de medidas para anular demarcações já realizadas de dezenas de terras indígenas e quilombolas, além de outras tantas unidades de conservação, assim como uma série de mudanças na nossa Carta Marga, retirando os direitos dos povos tradicionais aos seus territórios e propondo a extinção da Fundação Nacional do Índio.

    Assim, como já manifestado anteriormente em Nota do Conselho Universitário da UFSC, (Cun/UFSC, 11/12/2015[1]), o Departamento de Antropologia repudia fortemente as solicitações de indiciamento e acusações desses parlamentares contra os profissionais da Antropologia desta e demais instituições, as quais distorcem fatos, invertem imagens, apresentam inverdades e lançam impropriedades, com o objetivo tácito de criminalizar e desautorizar a atividade profissional antropológica.

    Do mesmo modo, reiteramos o alerta para a contaminação do exercício legítimo e democrático da investigação realizada no âmbito de uma CPI por interesses que extrapolam o domínio da instância pública e que estão associados a demandas de grupos econômicos privados. Uma CPI não pode ser usada para uma ofensiva desigual, violenta e inconstitucional contra os povos indígenas e quilombolas, desvalidando direitos assegurados pela Constituição de 1988; tampouco pode servir de instrumento para cercear o pleno exercício da ciência antropológica, ou de qualquer outra Ciência. Consideramos inadmissível a criminalização da atividade científica para atingir objetivos claramente políticos.

    A UFSC garante a pluralidade ideológica, como parte universalmente reconhecida do ambiente universitário, e seus valores não estão associados a nenhum grupo de interesse partidário, mas somente aos do conhecimento científico, da democracia e da liberdade. Consideramos fundamental que se consolide em toda sociedade uma postura em favor da veracidade, dos princípios fundamentais da República e da luta pela igualdade na diversidade, para que possamos construir um Brasil verdadeiramente democrático, mais justo e plural.

     

    [1] Nota da Universidade Federal de Santa Catarina sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito instalada para investigar a atuação da Funai e do Incra.

     

    Coordenadoria do Curso de Graduação em Antropologia