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UFSC » Curso de Graduação em Antropologia

Os incidentes na UFSC: juízos levianos, condutas de exceção
Publicado em 15/04/2014 às 11:48

MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES DO DEPARTAMENTO

OS INCIDENTES NA UFSC: JUÍZOS LEVIANOS, CONDUTAS DE EXCEÇÃO

No dia 25 de março de 2014 a Universidade Federal de Santa Catarina foi alvo de violenta ação da Polícia Federal e da tropa de Choque da Policia Militar. O saldo da ação foi estudantes feridos por balas de borracha e estilhaços de bombas de gás lacrimogênio; dezenas de crianças dos dois centros de educação infantil da Universidade atingidas por gás lacrimogêneo; docentes, alunos, servidores técnicos, o Procurador Federal da UFSC, a Presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALESC, Diretores do Centro de Filosofia e Ciências Humanas – CFH – e representantes da Reitoria todos atingidos por spray de pimenta e gás lacrimogênio, além de serem alvo de insultos por policiais federais e intimidação física. O clamor pela apuração das responsabilidades por tal atuação tem sido respondido por alarmantes ameaças de recurso à lei de segurança nacional para indiciar a Direção do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC por incitação à desordem.

O que aconteceu na UFSC naquele dia e por que é essa a resposta que nos é dada?

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Ciclo de debates Museus Universitários
Publicado em 14/04/2014 às 10:29

 

Seleção para estágio
Publicado em 01/04/2014 às 15:02

Confira as seleções para estágio em andamento:

http://antropologia.paginas.ufsc.br/estagios-2/selecao-para-estagio/

Seleção bolsa estágio PIBE

Semana de Recepção aos Calouros do Curso de Antropologia
Publicado em 31/03/2014 às 14:05

Organização: Estudantes do Curso de Graduação em Antropologia – UFSC

Nota de repúdio
Publicado em 26/03/2014 às 12:29

Ontem, dia 25/03/2014,  a Universidade Federal de Santa Catarina foi gravemente agredida pela Polícia Militar e pela Polícia Federal. Policiais a paisana, sem se identificarem e sem autorização para operação de prisão dentro do Campus, revistaram alunos e ameaçaram prender estudantes e professores do CFH. Arrastaram a força estudantes para o Bosque da Universidade, sob acusação de porte de maconha, colocando um dos estudantes num veículo particular. A ação, ilegal, de invasão do espaço da UFSC pela polícia, foi impedida por inúmeros professores, servidores e estudantes da UFSC. Em poucos minutos uniu-se à Polícia Federal o Batalhão de Choque da Polícia Militar. Ocorreram agressões verbais e físicas contra os professores do CFH e os estudantes. Uma solução pacífica para a situação foi negociada pela direção do CFH, pelo Gabinete da Reitoria, pela Procuradoria Federal, pelos estudantes, mas o Delegado da Polícia Federal resolveu colocar em risco as vidas de todos da comunidade universitária que ali se encontravam. A Polícia Militar e a Polícia Federal lançaram bombas de efeito moral, spray de pimenta, balas de borracha, além de agredirem fisicamente estudantes, professores e servidores ali presentes. Até mesmo as crianças da escola infantil que fica no local não foram poupadas da violência da Polícia. Foi a ação covarde da Polícia que casou o pânico e a revolta no interior do Campus, ao contrário do que muitos jornais tem veiculado. Vários estudantes foram atendidos com ferimentos no Hospital Universitário. Os cinco detidos pela polícia foram liberados ontem, tendo a Polícia apreendido apenas uma quantidade insignificante de maconha, não justificando a presença de tanto aparato policial. Mas a violência ainda é sentida por todos nós. Às 16 horas de hoje, 26 de março, ocorrerá uma audiência pública no Auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com a presença das reitoras e de toda a comunidade universitária. Ocorre também, neste momento, 12hs, em frente à Reitoria, uma assembléia que busca encaminhamentos. A Coordenação do Curso de Graduação em Antropologia reforça a importância de buscarmos apoio junto ao Ministério da Educação e à Secretaria de Direitos Humanos da União para defendermos a autonomia da Universidade quanto à ação equivocada e truculenta da Polícia Federal e da Polícial Civil, assim como repudia qualquer ato de violência e abuso de poder da Polícia, dentro e fora do Campus Universitário.

Atendimento durante a greve
Publicado em 17/03/2014 às 10:34

Caros estudantes,

As aulas retornam este ano em um momento de greve dos servidores da UFSC. Em função desta situação, a coordenação do curso terá atendimento externo restrito, apenas nas segundas-feiras, das 14:00 às 17hs e em caráter excepcional mediante agendamento. Os pedidos de ajuste de matrícula devem ser entregues na próxima segunda, dia 24/3. No caso de pedido de inclusão de disciplina, o formulário já deverá estar com a assinatura e o aceite dos professores da disciplina . Os formulários estão disponíveis para download em http://antropologia.paginas.ufsc.br/formularios/

Demais dúvidas favor escrever para a coordenação do curso – coordant@cfh.ufsc.br

Prof. Rafael Victorino Devos

Coordenação do Curso de Graduação em Antropologia

Primeiro Bacharel
Publicado em 13/02/2014 às 14:43

Em 12 de fevereiro de 2014 formou-se o primeiro bacharel em Antropologia da UFSC, Jefferson Virgílio. A cerimônia ocorreu em gabinete, conduzida pelo Diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Paulo Pinheiro Machado. Parabéns ao novo bacharel em Antropologia!

Jefferson Virgílio – segundo da esquerda para direita

Matrícula 2014/1
Publicado em 10/12/2013 às 17:07

Informamos que a matrícula para o semestre 2014-1 pode ser realizada na página www.cagr.ufsc.br, entre os dias 9 e 25 de dezembro. O resultado dessa etapa de matrícula será divulgado no dia 3 de fevereiro de 2014.

 

Algumas disciplinas não estavam aparecendo como disponíveis para matrícula. Isto ocorreu porque o DAE havia bloqueado automaticamente algumas disciplinas, como forma de reservá-las aos calouros do vestibular. Informamos que este problema já foi corrigido – as disciplinas do Curso já aparecem todas como disponíveis no CAGR para a matrícula. A única exceção é a disciplina ANT 7207 – TCC I Prática de Pesquisa, pois a matrícula nesta disciplina é feita apenas via Coordenação, mediante parecer do orientador de TCC.

 

Ressaltamos a importância da realização da matrícula neste período, pois as disciplinas obrigatórias do curso estarão reservadas para os alunos de Antropologia apenas nesta primeira etapa da matrícula. A partir do ajuste de matrícula online, as vagas remanescentes estarão disponíveis também para alunos de outros cursos. As disciplinas optativas estarão abertas para matrículas de outros estudantes já na primeira etapa de matrícula.

 

O ajuste de matrícula online será entre os dias 10 e 17 de fevereiro. Ambas as etapas só podem ser realizadas online, pelo próprio estudante. No entanto, a secretaria do curso ficará à disposição para esclarecimento de dúvidas. Aconselhamos que entrem no sistema com antecedência, verifiquem se login e senha estão funcionando corretamente e antecipem suas dúvidas com relação ao processo de matrícula.

 

A grade horária atualizada pode ser encontrada no link http://antropologia.paginas.ufsc.br/grade-de-horarios-2/

Está disponibilizada também a relação das disciplinas optativas oferecidas para 2014-1 pelo Departamento de Antropologia aos Cursos de Antropologia, Museologia e Ciências Sociais, com as respectivas ementas:

http://antropologia.paginas.ufsc.br/files/2013/12/Ementas-opt-2014-1-Ant-Mus-e-Cso.pdf

 

Alertamos que o período de “Ajustes Excepcionais a Critério da Coordenação” que ocorre conforme calendário acadêmico de 2014 de 17 a 25 de março não pode ser utilizado para a realização da matrícula regular. Serão analisados apenas os ajustes como quebra de pré-requisitos, autorização para cursar além do número máximo ou mínimo de disciplinas, inclusões e exclusões com autorização dos professores e da coordenação, que estiverem bem justificados.

 

O calendário acadêmico se encontra no link:

http://notes.ufsc.br/aplic/calgrad.nsf/27985f7d0220152b8525639200750d4d/ccfc8ddeb6c080c283257c35003b2beb/$FILE/R34CUn2013%20Calend%C3%A1rio%20de%20Gradua%C3%A7%C3%A3o%202014.pdf

 

Atenciosamente,

 

A Coordenação do Curso de Antropologia

Entidades e núcleos de pesquisa divulgam carta de repúdio às ações anti-indígenas
Publicado em 10/12/2013 às 14:47

Carta de repúdio às manifestações e ações anti-indígenas de SC

Nós, organizações, entidades e pessoas abaixo assinados, vimos a público manifestar nosso repudio aos meios de comunicação RIC Record, Grupo RBS, Blog do Jornalista Moacir Pereira, Jornal Cidade de Joinville, Sites como Antropowatch e Questão Indígena, que, nos últimos meses, têm veiculado notícias falaciosas e preconceituosas, além de fomentar opiniões declaradamente anti-indígenas. Estes veículos que deveriam primar pela verdade, pela imparcialidade e pela transparência, bem como respeito a Constituição, têm, ao contrário, veiculado apenas informações distorcidas e  visões dos grupos que se opõem aos direitos dos povos originários, sem dar espaço a outros setores da sociedade e aos próprios indígenas.

Não permitem que se expresse a voz das lideranças desses povos, omitem as principais razões da situação de vulnerabilidade dos indígenas e criminalizam movimentos sociais e profissionais, especialmente indigenistas, antropólogos e operadores do direito, que, no responsável exercício de suas funções, atuam no sentido de colocarem em prática os preceitos constitucionais.

Lamentamos a ignorância e o desconhecimento de pessoas desinformadas que atacam as culturas indígenas em todos seus aspectos, especialmente no tocante aos seus direitos territoriais, garantidos pelas Constituições Federal (Artigo 231) e Estadual (Artigo192), que se referem ao direito à terra, condição crucial para manutenção de seus usos costumes e tradições. Destacamos ainda que o Brasil é signatário também da Convenção 169 da OIT e a Declaração das Nações unidas sobre os direitos dos povos indígenas de 2007, que reconhecem os direitos humanos e territoriais desses povos originários.

Não culpamos pessoas que, muitas vezes, de forma tão difícil quanto a dos indígenas tentam sobreviver num país desigual e injusto como o Brasil. Mas não podemos aceitar que empresas que recebem do Estado concessão pública dos meios de comunicação, destinadas a informar a população, produzam e reproduzam inverdades, promovam o preconceito étnico, calem as vozes indígenas e induzam a população à violência contra esses povos! O poder público e estas empresas são responsáveis pela observância dos princípios constitucionais, no que tange ao direito de todos os cidadãos à informação correta (Art.221).

Os órgãos públicos devem controlar o que estas empresas e grupos veiculam de forma leviana e insidiosa, obrigando-os a trazerem informações adequadas, verídicas e imparciais, ao contrário do que vem sendo feito. Consideramos especialmente grave a omissão das vozes de atores fundamentais envolvidos no processo de reconhecimento dos direitos dos povos originários, em especial, das lideranças indígenas.

Os povos indígenas de SC (Guarani, Kaigang e Xokleng), desde décadas têm participado, pacientemente, de negociações com diversos órgãos, na expectativa de verem seus direitos constitucionais efetivados. São centenas de famílias aguardando a homologação das terras indígenas Pindoty, Pirai, Tarumã, Morro Alto, Araçá’i e La Klãno. A demora no processo de reconhecimento das terras impede a reprodução da vida dos indígenas, e torna sua situação altamente insegura e precária. Os órgãos de imprensa, acima citados, contribuem mais ainda para o acirramento da vulnerabilidade, prejudicando não apenas as antigas gerações, mas também jovens e crianças indígenas.

Com relação à Terra Indígena de Morro dos Cavalos (Palhoça-SC) aguarda há duas décadas pela homologação de suas terras. Discordamos totalmente da ideia veiculada por estas empresas/imprensa de que as mortes, acidentes e engarrafamentos na BR 101 sejam de responsabilidade dos Guarani. Mas sim, são dos órgãos públicos as prerrogativas de fazerem a demarcação das terras e a construção dos túneis na região, conforme já foi determinado pelo TCU e acordado com o povo Guarani e com o DNIT. É a construção desses túneis que desintrusará a terra indígena, evitará congestionamentos da BR, e os frequentes acidentes e mortes.

Basta de violência! Basta de mentiras! 

BASTA DE UMA IMPRENSA PARCIAL QUE DESINFORMA E É DESCOMPROMETIDA COM A VERDADE! 

Pela homologação da Terra Indígena Morro dos Cavalos!

Pela homologação das terras indígenas Pindoty, Pirai, Tarumã, Morro Alto, Araçá’i e La Klãno!

Exigimos do DNIT a construção dos túneis no Morro dos Cavalos, que é a alternativa acordada e a mais viável econômica e ambientalmente, que garantirá condições dignas de moradia, de trabalho e de vida aos Guarani na região.

Pelo RECONHECIMENTO dos direitos dos povos originários!

 Santa Catarina, dezembro de 2013.

 Assinam esta carta:

 

Comissão Nemonguetá

CONSELHO MISSIONÁRIO INDIGIENISTA – CIMI SUL

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA

COLETIVO CATARINA DE ADVOCACIA POPULAR

REDE NACIONAL DE ADVOGADAS E ADVOGADOS POPULAR – RENAP/SC

COLETIVO DIVUANT DE ANTRPOLOGIA – SC

NEPI- Núcleo de Estudos de Populações Indígenas (UFSC)

NEA – Núcleo de Estudos Ambientais (UDESC)

Processo Eleitoral – Coordenação do Curso de Antropologia
Publicado em 18/11/2013 às 14:35

Está em andamento o processo eleitoral para a Coordenação do Curso de Antropologia.

Seguem abaixo o edital que convoca as eleições, bem como a resolução interna que rege as mesmas.

Por decisão dos Colegiados dos Cursos, a Coordenação de Antropologia passará a ser independente do Curso de Museologia.

Edital Eleicoes CoordAnt 2013

RESOLUÇÃO INTERNA N0 001CGAntMus

 

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